quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

NÃO NOS DIVORCIEM

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A Propositon 8, trata-se de uma emenda à Constituição dos Estados Unidos que anularia os casamentos entre pessoas do mesmo sexo ocorridos no Estado da Califórnia, bem como possíveis novos casamentos desse tipo no país. No dia 05 de março de 2009, haverá uma audiência na Suprema Corte da Califórnia para que os movimentos que estão tentando derrubar a possibilidade jurídica do casamento entre homossexuais apresentem seus argumentos. Então, casais e famílias inteiras mandaram fotos e vídeos com mensagens como "não divorciem meus pais", "não divorciem meus filhos", "não divorciem minhas mães", "não divorciem meus amigos", "não nos divorciem", etc.

O vídeo "Fidelity" é contra a aprovação da Proposition 8 e está bombando na Internet!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

RS TERÁ QUE COMPLEMENTAR ORÇAMENTO DA SAÚDE DO ANO DE 2003




A Quarta Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul confirmou a sentença do juiz de 1° grau Dr. Antônio Vinicius Amaro da Silveira que determinou que o Estado deposite o saldo remanescente devido aos serviços de saúde pública referentes ao ano de 2003.

A Ação Civil Pública foi promovida pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul e contou com o apoio de entidades do movimento social como o SOMOS – Comunicação, Saúde e Sexualidade, Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV/aids e pelo Fórum ONG/aids do Rio Grande do Sul, que há muito tempo denunciam a não aplicação do mínimo da receita líquida estadual em saúde.

O Estado do Rio Grande do Sul não vem cumprindo o investimento mínimo em saúde previsto na Constituição Federal. Um dos argumentos é de contariam os gastos do Instituto de Previdência do Estado e da CORSAN, ocorre que o IPE mantêm-se pela contribuição dos servidores públicos estaduais e a Companhia de Saneamento do Estado cobra taxas para manter seus serviços.

Na Ação, a decisão o Estado do Rio Grande do Sul reconhece que não cumpre o estabelecido na Lei Orçamentária Estadual para a saúde e admite que usa de subterfúgios para se utilizar dos recursos da saúde para outros fins.

No acórdão o Desembargador relator Dr. João Carlos Branco Cardoso fala: "O tema saúde pública é bastante delicado, pois se trata de direito de todos, assegurado pela Constituição Federal, devendo o Estado garantir a toda a população o acesso universal, bem como cumprir com a obrigação determinada pela Carta Magna, possibilitando financeiramente tal encargo com o depósito do percentual previsto."

Em outro trecho o Desembargador fala: “No presente caso, o Estado não se nega em realizar tal reserva obrigatória da receita líquida, todavia, destina valores diversos daquele determinado pela Constituição, com equivocada interpretação quanto aos valores a serem depositados, alterando seu destino em detrimento da saúde.”

Para Gustavo Bernardes, coordenador geral do SOMOS, “essa decisão é um incentivo para que a sociedade civil continue a denunciar o descaso do Poder Público para com a saúde.”

Se a decisão for mantida o Estado do Rio Grande do Sul terá de depositar o saldo remanescente, referente ao ano de 2003 no Fundo Estadual de Saúde.

O acórdão foi unânime e ainda cabe recurso.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Pênis gigante e Madonna travesti são alegorias do Carnaval paulista


O Carnaval de São Paulo anda tão chato, segundo dizem alguns carnavalescos, que duas escolas decidiram, neste ano, provocar o público com alegorias satíricas, debochadas e até surreais.

O Anhembi receberá bonecos do Lula subindo uma escada que termina em uma Madonna travesti, um "palhaço capitalista" fazendo hambúrguer dos bois de Parintins (AM) e um urubu mastigando carniça ao lado de escravos cobertos de fezes.

"Todas as escolas querem salvar o mundo em seus enredos, mas nós não. O Carnaval ficou muito chato", diz Paulo Führo, carnavalesco da X-9 Paulistana. Em seu desfile, a escola criticará a internacionalização da Amazônia, sob uma ótica "carnavalizada".

O carro sobre o desmatamento traz uma cortina de sapatos que parodiará o ataque ao ex-presidente dos EUA George W. Bush. Foliões vestidos de sósias, como Amy Uísquepingahouse (Amy Winehouse), dançam com Madonna --que, na versão da X-9, é Zica, travesti da comunidade.

Em outro carro, "obametes" dão o recado para o presidente americano, com a frase: "Agora é com você, negão".

Com seu enredo sobre o problema da saúde no Brasil, a Vai-Vai quer criar uma polêmica "útil". "Não dá mais para pôr Jesus o tempo todo na avenida", diz o carnavalesco Chico Spinoza, que fez um carro coberto de máscaras de gás e cruzes carbonizadas.

A escola promete uma surpresa. "Eu trago o sexo explícito e saudável da Vai-Vai", diz Spinoza. No barracão, aposta-se em um pênis gigante. Spinoza desconversa. "Se o brasileiro adora falar de sexo, por que não durante o Carnaval?"

Pesquisa mostra que 72% de mulheres acima dos 50 anos no Brasil não usam camisinha


Uma pesquisa do Ministério da Saúde divulgada na última sexta-feira, 13 de fevereiro, revela que 72% das brasileiras acima dos 50 anos não têm o hábito de usar camisinha. Mais cedo, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, lançou a campanha de prevenção à Aids no Carnaval, na Cidade do Samba, no centro do Rio.

Com o tema "Nesse Carnaval só a alegria vai contagiar", a campanha tem como alvo mulheres com mais de 50 anos. Segundo Temporão, a pesquisa mostra que a maior parte das mulheres nessa faixa etária conhecem os motivos da transmissão da Aids, mas deixam de exigir o uso do preservativo com o parceiro.

"Isso tem mais a ver com o padrão cultural e também com o machismo que prevalece na sociedade. Normalmente, o homem estabelece o padrão da relação, ou seja, se usa ou não camisinha. Nós queremos chamar a atenção das mulheres e seus companheiros sobre isso", disse o ministro da Saúde.

Contaminação triplica entre mulheres


De acordo com o levantamento do Ministério da Saúde, os casos de contaminação mais que triplicaram, na faixa etária acima de 50 anos, nos últimos dez anos. Em 1996, havia 3,7 casos por 100 mil habitantes, enquanto, em 2006, o índice já era de 11,6 para cada 100 mil habitantes.

Entre os homens, o número de infectados pelo vírus da Aids dobrou e passou de 11,7 casos por 100 mil habitantes para 20,6, em 2006. Segundo o Ministério da Saúde, 506.499 pessoas são portadoras do vírus da Aids no Brasil.

10 milhões de camisinhas extras no Carnaval

O governo federal liberou uma taxa extra de 10 milhões de camisinhas para serem distribuídas nos Estados brasileiros durante o Carnaval. O Ministério da saúde costuma repassar 45 milhões de preservativos por mês nas regiões do país.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Escola de samba gay vai disputar o Carnaval de 2010


Ainda falta um ano, mas o Grêmio Recreativo Arco-Íris possivelmente entrará para a história, no próximo Carnaval, como a primeira escola de samba gay a desfilar na avenida, embora o SOMOS, de Porto Alegre já tenha sido pioneiro e ousado com o primeiro enredo gay da história levando em 2006 a "Filhos da Candinha" para o grupo Especial, com o enredo "Nas cores do arco-íris outro mundo é possível".

Criada em 25 de janeiro de 2008, dia do aniversário de São Paulo, pelo publicitário Eduardo Corrêa, a Arco-Íris vai disputar o título do Grupo de Acesso da União das Escolas de Samba Paulistanas (UESP). O enredo do desfile de 2010 já está, inclusive, escolhido: “Arco-Íris: Aliança Entre o Céu e a Terra”. Vai contar a história do arco-íris, desde a sua aparição lendária, depois do dilúvio, diante da arca de Noé.

Para chegar, um dia, quem sabe, ao Grupo Especial, a Arco-Íris terá que superar antes pelo menos quatro estágios (os grupos III, II e I da UESP e o Grupo de Acesso da Liga). Mas isso é o que menos importa, neste momento, em que Corrêa busca consolidar a sua criação.

Um aperitivo da escola será oferecido este ano no Bloco do Fuxico, que sai no Largo do Arouche no próximo dia 15. “Vamos levar a nossa bateria, com 80 ritmistas”, promete o presidente da escola.

A bateria é a menina dos olhos da Arco-Íris. É formada por 40 músicos profissionais e 40 membros da escola, que estão aprendendo o ofício. “Por que um gay afeminado não é visto na bateria de uma escola de samba?”. A pergunta de Corrêa é formulada em resposta ao questionamento sobre as razões de fundar uma escola de samba gay. “Se não houvesse preconceito, a nossa escola não teria sido criada”, acrescenta.

E diz mais: “Vou levar dez membros da minha comunidade a uma escola de samba. Qualquer uma. Se eles forem aceitos na bateria, a Arco-Íris não tem razão de existir”, desafia.

O presidente da Arco-Íris afirma que há discriminação explícita nas principais escolas de samba da cidade. “O Mi Benassi, nosso diretor de Carnaval, estava com um grupo de amigos na Gaviões da Fiel e eles foram expulsos porque estavam dançando de forma afeminada”, acusa. A reportagem do iG entrou em contato com a Gaviões da Fiel, que negou o episódio.

Aos 26 anos, criado próximo a escolas de samba desde criança (Camisa Verde e Branca, Mocidade Alegre e Rosas de Ouro), Eduardo Corrêa é um “presidente faz-tudo”. No domingo que o iG esteve no local de ensaios da escola, Corrêa ajudou a pregar a bandeira com as cores do arco-íris em cima de um poste, resolveu problemas de falta de cerveja e ainda orientou visitantes sobre onde estacionar o carro na rua.

Os ensaios da Arco-Íris ocorrem aos domingos, num trecho sem saída da rua do Cortume, entre a linha do trem e a rua Guaicurus, na Lapa, zona oeste da cidade. Trata-se de uma localização estratégica, distante poucos metros de uma das principais casas noturnas gays de São Paulo, a The Week. “Jamais poderíamos funcionar na periferia”, diz Corrêa. “Temos que estar dentro da rotas GLS”, explica.

Segundo o presidente da Arco-Íris, cerca de 30% das pessoas que comparecem aos ensaios são heterossexuais. “Nós ajudamos as pessoas a entender mais as diferenças do mundo”, acredita ele. “Os Estados Unidos elegeram o Obama para anunciar ao mundo a diversidade”, diz.

Ao longo do primeiro ano de funcionamento, a escola já conta com 2,4 mil pessoas cadastradas. E Corrêa promete levar um número próximo a esse no primeiro desfile da escola, em 2010. Só para se ter uma ideia, as escolas do Grupo de Acesso costumam sair com um número entre 400 e 600 integrantes.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Temporão rebate críticas sobre compra de gel lubrificante pelo Ministério da Saúde


O ministro da Saúde, José Gomes Temporão,(foto) rebateu as críticas sobre a compra de gel lubrificante pelo governo. Segundo ele, não houve aumento dos gastos destinados a essa iniciativa, implementada pelo governo federal desde 2001 e que faz parte da política de prevenção à aids.

"É lamentável que setores retrógrados critiquem isso. Ao contrário do que muita gente, disse o ministério não gastou R$ 40 milhões na compra de gel lubrificante e sim R$ 1 milhão em 2008. Este número mantém o padrão dos outros anos. Vamos continuar comprando", afirmou Temporão, durante lançamento de campanha de prevenção à aids no carnaval de 2009.

De acordo com a diretora do Programa Nacional de DST/Aids, Mariângela Simão, atualmente o produto é repassado pelo Ministério da Saúde principalmente para organizações não-governamentais que desenvolvem programas de prevenção à doença com grupos específicos, como os homossexuais. Segundo ela, a pasta estuda a possibilidade de ampliar essa distribuição por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) a mulheres que estão na menopausa.

"Há estudos que comprovam que o uso do gel é importante para evitar que o preservativo se rompa em qualquer relação sexual e não apenas as praticadas por homossexuais", explicou a diretora.

Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Dia 20 Multishow apresenta programa sobre jovens que se assumem bissexuais


No próximo dia 20, às 22h15, o canal pago Multishow vai exibir na faixa Pensa Nisso a série “Sou Bi” (foto), de 2008, documentário que fala sobre a crescente tendência entre os jovens de se assumirem como bissexuais. O programa pretende mostrar que “a cortina de ferro entre o ser ‘gay’ e o ser ‘heterossexual’ está desaparecendo”, diz a sinopse.

O canal de televisão acredita que existe uma tendência crescente da população jovem em se assumir bissexual sem problema algum e vai usar o vídeo das diretoras Brittany Blockman e Josephine Decker, com produção de Michael Huffington e Martha Shane, que no original se chama “Bi The Way”, para abordar o tema.

O documentário é classificado como “uma viagem pelo mutante cenário sexual da América” e mostra os produtores acompanhando cinco membros da emergente “geração whatever”: adolescentes e jovens que estão sendo introduzidos numa completa revolução sexual. além disso, “Sou BI” investiga as últimas pesquisas científicas e opiniões sociais sobre a bissexualidade.

Batwoman - uma heroína lésbica



A batwoman, que nada mais é do que a versão feminina do super-herói Batman vai regressar ao mundo dos quadradinhos da DC Comics como uma personagem lésbica, acabando de vez com os rumores que já circula há cerca de dois anos.

A revista em quadrinhos será lançada em junho nos Estados Unidos pela DC Comics, que é, atualmente, a segunda maior editora de quadradinhos (Banda Desenhada) do género "super-heróis" do mundo, perdendo apenas para sua concorrente Marvel Comics)

Em maio de 2006, quando os autores Greg Rucka e J.H. Williams 3º começaram a trabalhar em uma nova história da Batwoman, um artigo do jornal americano New York Times revelou a orientação sexual da heroína.

O artigo provocou polêmica e repercutiu entre os fãs de quadrinhos, mas a homossexualidade da heroína nunca havia sido confirmada pelos autores até agora.

"Sim, ela é lésbica. Ela também é ruiva", disse Greg Rucka em entrevista ao site especializado em quadrinhos, Comic Book Resources.

A versão moderna da heroína apareceu pela primeira vez em junho de 2006 na edição 52 da revista Detective Comics. O artigo do jornal descrevia Kate Kane - a Batwoman - como uma "socialite lésbica à noite e uma combatente contra o crime mais tarde da noite".

"Vamos deixar tudo claro", disse Rucka ao Comic Book Resources. "A orientação sexual dela não havia sido revelada no número 52. Foi revelada em um artigo do New York Times.

Estudo indica que HIV é centenário


Um estudo feito por um grupo internacional de pesquisadores indicou que a forma mais comum do vírus HIV começou a se espalhar entre humanos no período entre 1884 e 1924, e não durante a década de 1930, como havia sido relatado em estudos anteriores.

A origem mais antiga do vírus coincide com o estabelecimento de centros urbanos na África ocidental e central, região onde emergiu a epidemia desse tipo específico – o HIV-1 grupo M –, sugerindo que a urbanização e os comportamentos de alto risco a ela associados favoreceram a pandemia de HIV-Aids. A pesquisa foi publicada na edição desta quinta-feira (2/10) da revista Nature.

O estudo, coordenado por Michael Worobey, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, foi financiado pelo Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (Niaid, na sigla em inglês), parte dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos.

Para chegar aos resultados, a equipe de cientistas de quatro continentes rastreou amostras de tecidos múltiplos e descobriu a segunda seqüência genética mais antiga do mundo do HIV-1 grupo M, que data de 1960. Os cientistas a utilizaram então, juntamente com dezenas de outras seqüências de HIV-1 previamente conhecidas, para construir árvores genealógicas plausíveis para esse subtipo viral.

Os comprimentos dos ramos da árvore representavam os períodos de tempo em que os vírus divergiram geneticamente de seus ancestrais. A duração e o número dessas mutações genéticas permitiram que os cientistas calibrassem os prováveis intervalos de taxas em que as árvores genealógicas cresceram – o que corresponde provavelmente às taxas de evolução do HIV-1 grupo M.

Com base nessas taxas, os cientistas projetaram retroativamente o período em que as árvores genealógicas provavelmente estavam em suas raízes: por volta da virada do século 20. Isso marca a provável data de origem do HIV-1 grupo M, segundo eles.

Utilizando novas técnicas, os cientistas recuperaram os fragmentos do gene de HIV de 1960 a partir de uma biópsia de tecido de nódulo linfático de uma mulher de Kinshasa, na República Democrática do Congo. A seqüência genética mais antiga conhecida do HIV-1 grupo M, de 1959, foi retirada de uma amostra de sangue de um homem também de Kinshasa.

A comparação entre a mesma região genética dos vírus de 1959 e 1960 forneceu evidências adicionais de que seu ancestral comum existia em 1900. A análise revelou que o grau de divergência genética entre essas duas seqüências de HIV levou mais de 40 anos para evoluir.

De acordo com Worobey, o grupo conseguiu comparar, pela primeira vez, duas estirpes relativamente antigas de HIV. “Isso nos ajudou a calibrar a velocidade com que o vírus evoluiu e possibilitou algumas inferências robustas sobre quando ele passou para os humanos, com que velocidade a epidemia cresceu a partir daquela época e quais fatores permitiram que o vírus se tornasse um patógeno humano de sucesso”, afirmou.

As pesquisas mostram que o HIV passou dos chimpanzés para humanos no sudeste dos Camarões. Worobey afirma que, a partir daí, a epidemia entre seres humanos esteve sempre correlacionada ao crescimento de centros urbanos nessa área, especialmente no Congo, na República Democrática do Congo, na República Centro Africana, no Gabão e na Guiné Equatorial.

Por volta de 1960, um grande número de pessoas nessa região foi infectada com o HIV, o que se refletiu na considerável diversidade genética do vírus. “A partir daí, a epidemia se espalhou para diferentes partes do mundo. Em 1981, as pessoas começaram a perceber que algo preocupante estava acontecendo”, disse Worobey.

O artigo Direct evidence of extensive diversity of HIV-1 in Kinshasa by 1960, de Michael Worobey e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em www.nature.com.

Meu filho me pediu uma boneca

O SOMOS reproduz abaixo o texto de Denise Batista publicado em seu blog por considerá-lo uma excelente reflexão sobre educação, sexualidade e relações de gênero.





Meu filho me pediu uma boneca

Por Denise Batista

Há uns dois meses meu filho de sete anos me pediu uma boneca. Dividida entre a intelectualidade dos estudos acadêmicos e os valores que a nossa "reaça" sociedade demonstra nas questões de gênero, dei a boneca," bancando" um barulho enorme por parte da família, colegas de trabalho, ex-marido e afins. Sem contar a censura silenciosa de alguns, revelada por olhares ou gestos. É claro que recebi apoio e solidariedade. Mas o oposto foi muito mais pesado. Confesso que compreendo. Por parte de alguns mais, por parte de outros, menos. Mas respeito.

O meu desconforto foi muito mais em relação a mim mesma do que às posturas percebidas, públicas ou anônimas, verdadeiras ou educadas. Foi duro encarar minha insegurança em assumir DE FATO uma posição em relação às minorias sociais. Foi esta imagem, refletida no espelho das relações familiares que meu filho e sua boneca me obrigaram a olhar. Tive que sustentar uma postura, na prática, que há muito considerava como minha. Em teoria. Só descobri isto quando foi com um filho meu.

Aqui faço um parêntese: enquanto eu me torcia e retorcia constrangida, fazendo como o anão de jardim "cara de paisagem", meu filho não estava nem aí para os olhares e comentários sobre meninos e bonecas e exibia orgulhoso a sua gorducha bailarina, penteando os seus cabelos, trocando as suas roupas, mudando o seu penteado, entre extasiado e maravilhado com as possibilidades daquele "ser" de 20 e poucos centímetros e puro látex, para onde ia: no meu trabalho, no Mestrado, pelas ruas, na casa do avô, do pai...lugares públicos ou privados para este menino não dizam nada! A cada um que afirmava que boneca não era coisa de "macho", ele perguntava candidamente: por quê?

A boneca para o meu filho foi um Lego às avessas: montava, desmontava, descobria as calcinhas (olha mamãe a calcinha dela!) maquiava, lavava, alimentava... Confesso: quando ninguém estava olhando, brincava junto com ele e me divertia à beça, me sentindo criança de novo, relembrando o prazer de simplesmente brincar!

Enquanto isso, na vida real as opiniões se dividiam entre as seguintes opções:

OPÇÃO A: Não é nada demais, é só uma fase, (os conservadores, mal disfarçando o seu mal-estar psicologizando a "coisa")

OPÇÃO B: Ele está descobrindo a sexualidade, (os moderados)

OPÇÃO C: Ele esta aprendendo a cuidar dos filhos. Por que, homem não pode cuidar dos filhos, não é? (os progressistas-liberais de extrema esquerda intelectuais, dentre eles, minha querida "profdoc" Cristina Novikoff, um bálsamo na minha vida)

OPÇÃO D: Ele está querendo chamar a atenção em protesto por tudo que passou nestes últimos tempos (os contemporizadores sociologizando a mesma "coisa")

OPÇÃO E: Este menino vai é ser "viado" mesmo! (muitos, em off, é claro!)

OPÇÃO D: Nenhuma das anteriores (mas esta opção não é aceita na pedagogização da "coisa")

E eu ali, realizando uma pesquisa disfarçada sobre o assunto, coletando os dados, tratando-os e analisando os resultados!

Mentalmente, catalogava as opiniões. Torturava-me a possibilidade entre assumir uma atitude "firme" com meu filho para não ser julgada e execrada, ou seja, aceita pelos meus pares, ou ainda pior, sucumbir num mar de disfarces, meias-mentiras, mentiras inteiras, hipocrisias...

Optei pela lealdade aos meus princípios. É neles que está o amor incondicional ao ser humano e o respeito às diferenças, que só se consolidam se você tiver um compromisso real com a verdade. A sua verdade. Possibilitando àquilo que é estranho, ser familiar. Esta postura é uma daquelas que, quando a gente "bota a cara" sabe, leva muita, mas muita porrada (não é Aninha?).

Meu filho é um ser humano. Pode ser diferente ou não no sentido convencional das opções sexuais. Mas isto não é importante. É apenas uma categoria de análise. Logo, não posso abrir mão dos meus princípios, pois eles constituem a minha identidade. Mantenho-me fiel a eles.

Bem seja o que for que representa a boneca para o meu filho, o fato é que ele está feliz da vida com o seu brinquedo novo e está me pedindo outra...

O fundamental, importante e imprescindível é o amor que sinto por este mini-humano e a admiração profunda que sinto ao vê-lo cuidar tão amorosamente do irmão menor, pela sensibilidade em perceber só de olhar meu rosto, o meu estado de ânimo, mesmo se tento disfarçar (e me alertar!), pela preocupação com a o coletivo, demonstrada nas pequenas atitudes cotidianas, como não jogar papel de bala no chão ou recolher as garrafas pets que meu pai insiste em atirar no seu quintal; em demonstrar bom caráter ao não contar mentiras muito punks (aquelas que sacaneiam alguém ferindo seus sentimentos), pela comoção sincera quando vê um desvalido, pela alegria com que admira a beleza de uma florzinha safada no jardim da minha mãe e colhê-la e colocar num copo me oferecendo; ao adorar incensos e gostar de livros, não com a devoção que eu gostaria, mas ok, e ao profundo amor que devota à sua Bolinha.

Me emociono ao vê-lo dormir e me assusto com a rapidez com que está tendo que amadurecer, pois a vida não tem sido fácil para ele.

Sendo assim, é muito fácil ser mãe deste ser humano de sete anos que me chama de mamãe. E se ele for gay, lésbica, hetero, bi, drag, transformista ou desejar uma cirurgia de mudança de sexo, tudo bem. Mesmo. O importante é que seja qual for o caminho escolhido, que seja pautado pelos princípios humanitários. Aqueles que fazem a gente ser decente e não nos torna indiferentes às misérias do mundo. E de quebra, que ame o seu próximo, respeitando a dignidade alheia. E que sonhe sempre com um mundo melhor, como antídoto para afastar o cinismo que ronda o cotidiano da perversidade.

Eu te amo meu filho.
Por tudo. Mas principalmente por me fazer olhar, de forma corajosa para dentro de mim mesma.



Com amor,

Mamãe.


FONTE: http://denisezinha.blogspot.com/2009/01/meu-filho-me-pediu-uma-boneca_03.html

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Porto Alegre dá adeus a Lavignia Bastos e Rodrigo Tomazzoni



Foi enterrado hoje, 12 de feverierio de 2009, no Cemitério Jardim da Paz, em Porto Alegre o artista Rodrigo Tomazzoni dos Santos, 25 anos que era bailarino, professor de tango e, também, hair Desing e performer, sendo conhecido na noite LGBT portoalegrense como "Lavignia Bastos".

Lavignia foi vendedora da primeira fase do concurso Rainha Trans, promovido pelo SOMOS, em 2006, em parceria com a Escola de Samba Filhos da Candinha. O evento foi realizado na travessa dos Venezianos, com apoio do Venezianos Pub Café.


Como professor de tango, Tomazzoni também tinha um trabalho consistente, ministrando aulas e apresentando-se em shows. Santos foi vítima de um acidente de carro no km 270 da BR 101, município de Imbituba em Santa Catarina, quando a Silverado, onde estava, colidiu frontalmente com uma carreta Volvo, de Camaquã. No acidente também morreu o condutor do carro, René Lang, de 36 anos e ficaram gravemente feridas Roberta Beatriz dos Santos Gomes, de 35 anos, e Gustavo Lang, de 7 anos, que também estavam no veículo.

Sgundo informações da Polícia Rodoviária Federal em Santa Catarina, o veículo Silverado, ao tentar uma ultrapassagem perdeu o controle do veículo rodopiou na pista e colidiu frontalmente com a carreta.

No enterro, centenas de pesoas prestaram sua homenagem a Rodrigo/Lavignia. Sua beleza e brilho não serão esquecidos a julgar pelas homenages de amigos, parentes e colegas de palco do artista. O céu saiu ganhando mais uma estrela.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

SOMOS alerta para risco de falta de medicamentos para aids

O Grupo SOMOS Comunicação, Saúde e Sexualidade protocolou, nos Ministérios Públicos Federal e Estadual denúncia sobre a falta de alguns antirretrovirais nos serviços de saúde do Estado do Rio Grande do Sul, que são fundamentais para manter a qualidade de vida das pessoas que vivem com aids.

A principal preocupação é o Efavirenz, um dos 17 fármacos que compõem o coquetel anti-aids, e que deveria ser ofertada pelo SUS. Este medicamento é utilizado hoje por mais de 85 mil pessoas no país e foi o primeiro a ter sua quebra de patente no Brasil. Essa notícia foi comemorada em 2007 pelo Governo e aplaudida pela sociedade civil. Na ocasião, a capacidade tecnológica do Brasil para assumir a produção nunca foi questionada.

“O Ministério da Saúde divulgou aos quatro ventos que a Far Manguinhos e o Laboratório Federal de Pernambuco (Lafepe) passaria a produzi-lo, ainda no ano passado, entretanto, os prazos não foram cumpridos e, somente no último dia 26 de janeiro, foi aprovado pela ANVISA. Nosso receio é de que os prazos não sejam cumpridos novamente, pois está prevista a entrega somente a partir do dia 15 de fevereiro, e os medicamentos já começam a faltar, afirma Alexandre Böer, voluntário do grupo SOMOS.

No Rio Grande do Sul já se começa a sentir esse efeito cascata. Os medicamentos começam a ser fracionados em algumas farmácias do Estado, onde há dispensação de medicamentos e, em outras, deixaram de ser entregues, por não ter nenhum frasco em estoque.

Quem for hoje ao Ambulatório de Dermatologia Sanitária do Estado do Rio Grande do Sul buscar o medicamento, receberá o medicamento fracionado, ou seja, apenas 15 comprimidos, o suficiente para meio mês, e deverá retornar ao serviço mais uma vez, causando maiores gastos ao usuário e dificuldade na adesão, caso não tenha condições de deslocamento. Pior é quem está cadastrado no Sanatório Partenon, pois lá a informação é de que não há nenhum frasco de Efavirenz no estoque e o usuário deverá retornar somente após o dia 20 de fevereiro.

Rodrigo Collares, do SOMOS, que protocolou a ação no Ministério Público, afirma que “embora a produção nacional de medicamentos seja reconhecida e importante para nossa luta, não se pode negar que o nosso objetivo fundamental é a garantia da qualidade de vida do doente de aids e o acesso a medicamentos à população. Nesse sentido, a combinação de estratégias, qual sejam, importação do genérico indiano e posterior produção nacional, são fundamentais. O que não pode é faltar o medicamento para o doente de aids”, finaliza.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Cauã Reymond posa nu para RG Vogue

Cauã Reymond é capa da edição de fevereiro da revista RG Vogue.



Durante suas férias da televisão, após o final da novela A Favorita, Reymond aproveitou o tempo livre para colocar um colírio em nossos olhos.

Foi clicado em poses ousadas para a revista, em uma belíssima casa projetada pelo Oscar Niemeyer, em pleno Jardim Botânico, no Rio de Janeiro.

O ator afirmou que quando era solteiro ser ator nem sempre o ajudou a conquistar coraçõezinhos. “Celebridade não tem que seduzir ninguém, as pessoas já se sentem atraídas sem que você precise fazer nada. A fama é afrodisíaca. Acho isso muito chato”.

Heath Ledger recebe homenagem póstuma com o "Oscar inglês" por seu trabalho como Coringa

Mais uma vez, o ator Heath Ledger foi laureado com um prêmio póstumo de melhor ator coadjuvante por sua atuação em Batman - O Cavaleiro das Trevas, em que interpretou o vilão Coringa.


Aém de Ledger, o Bafta (The British Academy of Film and Television Arts), maior evento cinematográfico do Reino Unido e considerado o "Oscar inglês", premiou a Penélope Cruz (Vicky Cristina Barcelona) como melhor atriz coadjuvante. Kate Winslet (O Leitor) e Mickey Rourke (O Lutador) ficaram com as premiações de melhor atriz e melhor ator. Sean Penn, de Milk – A Voz da Liberdade, também estava na disputa para melhor ator.



Só neste ano, Heath Ledger, que morreu por overdose acidental de medicamentos em janeiro de 2008, ganhou, por sua atuação em Batman - Cavaleiro das Trevas, um Globo de Ouro e uma estatueta do Sindicato de Atores de Hollywood. Ele também é favorito ao Oscar.

Uma em cada 10 manicures está contaminada com hepatite B ou C


Uma em cada dez manicures de São Paulo está contaminada pelo vírus da hepatite "B" ou "C", aponta levantamento da Secretaria Estadual da Saúde realizado com cem profissionais.

Após análise do sangue, os resultados mostraram que dez das mulheres estavam com hepatite - oito delas com com o vírus do tipo "B" e duas do tipo "C".

A transmissão ocorre quando materiais contaminados são compartilhados.

Apenas 26% das manicures esterilizavam os instrumentos com autoclave (com sabão sob pressão), método considerado o mais seguro. Outras 54% utilizam estufa, 8% usam forninho de cozinha, e 2% não esterilizam os equipamentos.

Segundo a enfermeira Andréia Cristine Deneluz Schunck de Oliveira, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, apenas 8% delas limpavam os equipamentos antes de mandá-los para esterilização. "Se o equipamento não está limpo, a esterilização é ineficaz".

Outro problema constatado foi a falta de higienização após os procedimentos. Apesar de 74% das profissionais terem afirmado que sempre lavam as mãos antes e depois de fazerem as unhas dos clientes, foi constatado que ninguém adotou esse procedimento enquanto a pesquisadora permaneceu no salão observando o atendimento.

Fique de olho:
Os vírus da hepatite B e C são transmitidos por meio de equipamentos contaminados, sem a necessidade de haver sangramento.
O vírus da hepatite B, por exemplo, sobrevive sete dias em temperatura ambiente.

Ai, Jesus... suas fotos com madonna foram publicadas


A revista "W" divulgou esta semana imagens do ensaio fotográfico que a ícone dos gays, Madonna, fez no Hotel Fasano e Glória, ambos no Rio de Janeiro, ao lado do modelo Jesus Luz, de 20 anos.
Apontado como namorado da cantora, o brasileiro aparece nu em algumas cenas.
Jesus é carioca e o editorial de moda foi o primeiro trabalho deste tipo na carreira do guri, agenciado pela 40 graus.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Gisele Bündchen entra na luta contra a aids

A top Gisele Bündchen posou para um ensaio fotográfico da revista "Elle" em prol da luta contra a aids na África. As fotos serão veiculadas em mais de 30 edições, que devem ser lidas por 30 milhões de pessoas. A publicação, ao lado da organização Red e de grifes como Converse e Gap, convocou a modelo brasileira para promover a causa.
A modelo gaúcha, de 28 anos, foi fotografada em poses descontraídas, como uma em que está pintando e outra em que cozinha espaguete.
As fotos promovem uma linha de roupas da Red, criada por Bono e Bobby Shriver em 2006, cuja venda é revertida para a causa.
Gisele disse à publicação:
- Eu cresci em um país fortemente afetado pela pobreza. Você vê crianças nas esquinas do lado errado da lei. A face do sofrimento não é uma coisa abstrata para mim, e sempre disse a mim mesma que se pudesse fazer algo para ajudar, eu ajudaria.
As revistas com as fotos de Gisele já estão nas bancas desde o último dia 5 de fevereiro. Confira.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

SOMOS promove cineminha neste sábado



O SOMOS está desenvolvendo um projeto de prevenção à aids entre jovens "Qual é a sua?",com apoio da Fundação Schorer, da Holanda, visando aprofundar e consolidar uma política de Direitos Humanos, Cidadania e Prevenção à aids entre jovens gays e bissexuais que reunem-se no entorno do shopping Nova Olaria, no bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre.

Visando aproximar essa população da instituição, reforçar o protagonismo juvenil e ampliar os espaços de sociabilidade destes jovens, o SOMOS está começando um ciclo de cinema para reunir, bater-papo e levantar idéias para o trabalho que está sendo desenvolvido com esta população.

Para Sandro Ka, um dos membros da equipe do projeto, "é importante envolver os jovens e construir junto com eles os melhores caminhos para não só ter um diagnóstico, mas principalmente poder, através deles, desenhar estratégias que fazem parte de seu universo", finaliza.


Exibição do filme C.R.A.Z.Y - Loucos de Amor

7 de fevereiro, sábado - 16h

Ganhou o prêmio de Melhor Filme Canadense, no Festival de Toronto.

O diretor Jean-Marc Vallée levou em torno de 10 anos para concluir o roteiro de C.R.A.Z.Y. - Loucos de Amor, que foi baseado nas memórias de infância do co-roteirista François Boulay.

SINOPSE:
Esta é uma história de dois casos de amor. Um amor de um pai pelos seus cinco filhos e o amor de um filho pelo pai. Um amor tão forte capaz de fazê-lo viver uma mentira. Uma mística fábula sobre os dias modernos, C.R.A.Z.Y expõe a beleza, poesia e loucura do espírito humano e todas as suas contradições. O filho, Zac Beaulieu, nascido em 25 de dezembro de 1960, é diferente de todos os irmãos e tenta desesperadamente encaixar-se. Durante 20 anos, a vida o guiará por caminhos inesperados e surpreendentes, levando-o a aceitar sua verdadeira natureza e, ainda mais importante, levando seu pai a amá-lo como realmente é.

Local: SOMOS Comunicação, Saúde e Sexualidade (Rua Jacinto Gomes, 378)
Entrada Franca

Estão abertas as inscrições para o 13° Educaids


O 13° EDUCAIDS, com o tema "Da violência à solidariedade" será um evento que reunirá palestras, debates, workshops, painéis sobre violência, sexualidade, DSTs, mídia e drogas e, neste ano, será realizado entre os dias 1° e 4 de julho, em São Paulo, no Centro de Convenções Frei Caneca (Shopping Frei Caneca/São Paulo/SP).

Promovido pela APTA – Associação para Prevenção e Tratamento da Aids, de São Paulo, com apoio do PN DST/Aids, o evento encontra-se com inscrições abertas para apresentação de trabalhos e participação.

as pessoas podem realizar suas inscrições até o dia 24 de junho através do sita da instituição e os trabalhos serão aceitos somente até dia 20 de junho.

Mais informações no site www.apta.org.br ou pelo e-mail educaids@apta.org.br

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Sarau erótico foi um sucesso

Gustavo Bernardes, coordenador geral do SOMOS e um dos organizadore dos Cadernos Obscenos abriu o sarau, dando boas vindas a todos e lendo o primeiro poema da noite.


Sandro Ka e Camila conduziram a noite e alegraram os convidados com suas performances


Paula Taitelbaum foi a convidada especial que brindou a todos com suas poesias inéditas



Alexandre Böer leu Glauco Mattoso e declarou seu fetiche



Eduardo Peninha arrasou lendo versos da Paula Taitelbaum



Patrícia Kirst também está na publicação com seu texto "Escrita, Corpo e Política: Invenções de Mundo".



Gerson Lattuada é um dos autores dos Cadernos: "É com o corpo que te escrevo"



Claudia Penalvo
, uma das organizadoras dos Cadernos Obscenos arrancou suspiros da platéia com sua fadinha safada, deixando o público em êxtase



O SOMOS Comunicação, Saúde e Sexualidade, através do Ponto de Cultura LGBT e o projeto Libertas realizaram o sarau erótico e o lançamento dos Cadernos Obscenos na última sexta-feira, 30 de janeiro no Café da Oca, reunindo mais de 200 pessoas na capital gaúcha.

Felipe Zago, um dos organizadores do livro e o público que lotou o café da Oca.


Claudia de Quadro, (foto abaixo) do SOMOS também agradou a todos os presentes com sua interpretação